Discípulo x Apóstolo
Hoje aprendi a diferença entre esses dois, que sempre quis saber. Foi estudando a lição da escola sabatina dessa semana (veja aqui).
Discípulo é aquele que aprende aos pés de um mestre. Apóstolo também é discípulo, mas ele recebe uma preparação extra pra levar a mensagem recebida a outras pessoas.
Logo, nós, cristãos, seguindo a ordem que nos foi dada pelo próprio Jesus (“Ide, portanto, fazei discípulos de todas as nações, batizando-os em nome do Pai, e do Filho, e do Espírito Santo;” (Mat. 28:19)), temos que ser discípulos E apóstolos.
Temos que estar sempre aprendendo aos pés de Jesus, mas também temos que levar o que aprendemos a outros.
Gostei muito do que foi falado no auxiliar da lição: “Uma das funções da igreja – o grupo de crentes que já respondeu ao chamado de seguir a Cristo – deve ser a de ir a todo o mundo, a toda nação, a todos os povos e fazer mais discípulos. Eu digo a alguém, e esse diz a mais alguém, e aquele diz a outra pessoa, e assim por diante.
Mas, como os primeiros discípulos de Cristo, os que são chamados devem passar por um processo de treinamento, de forma a poderem alcançar eficazmente os outros. O primeiro passo nesse processo é a pessoa reconhecer o chamado ao discipulado. Em muitos casos, as pessoas se unem à igreja e nem percebem que foram chamadas ao discipulado – ao serviço. Elas se unem a um grupo de crentes com o desejo de ser alimentadas, em vez da determinação de alimentar. É responsabilidade da igreja ajudar os novos crentes a entender que foram chamados para o serviço.”
Esse deve ser o nosso alvo, o nosso objetivo maior. Porque “Vocês são a luz do mundo. Não se pode esconder uma cidade construída sobre um monte. E também, ninguém acende uma candeia e a coloca debaixo de uma vasilha. Ao contrário, coloca-a no lugar apropriado, e assim ilumina a todos os que estão na casa. Assim brilhe a luz de vocês diante dos homens, para que vejam as suas boas obras e glorifiquem ao Pai de vocês, que está nos Céus” (Mt 5:14-16, NVI).


Helen Keller nasceu em 27 de junho de 1880, em Tuscumbia, no Estado do Alabama, Estados Unidos. Com apenas um ano de idade uma escarlatina deixou-a totalmente cega e surda. Helen cresceu num universo escuro e silencioso, porém, em 1887, sua vida ganhou um grande sopro de esperança com a chegada de Anne Sullivan, uma irlandesa de 21 anos de idade, ex-cega e recém-formada pela Escola de Cegos Perkins, em Boston, e que aceitou o desafio de educá-la. Durante um mês, Anne Sullivan ensinou Helen a soletrar palavras com os dedos de uma mão, enquanto tocava um objeto com a outra. Helen aprendeu, porém, não sabia que estava formando palavras, pois, naquele momento, não sabia que elas existiam. Certa vez, Anne mergulhou a mão esquerda de Hellen num balde d’água e soletrou “água”, com a outra mão. Repetiu várias vezes a operação e o milagre aconteceu: Helen entendeu que “água” era o nome do líquido que sentia pelo tato. Até o fim daquele dia, aprendeu mais trinta palavras, e em pouco tempo dominou o alfabeto Braille, demonstrando incrível facilidade em ler e escrever. Aos dez anos aprendeu a falar, e se propôs a cursar a faculdade. Em 1904, com vinte e quatro anos, formou-se com louvor, sendo a primeira cega e surda a completar um curso universitário. Tornou-se escritora, conferencista e ativista social, dedicando toda a sua vida aos direitos das mulheres, pobres e deficientes. Certamente sua história de vida a transformou em um dos maiores exemplos para a humanidade, de que as deficiências físicas não são obstáculos para se obter sucesso. Mostrou isso superando todas as barreiras de sua vida, tornando-se uma das mais notáveis personalidades do século XX. Ela sempre dizia que “nunca se devia engatinhar, quando o nosso impulso era voar”. Morreu no dia primeiro de junho de 1968, em Arcan Ridge, no Estado norte-americano de Connecticut. (


