Pensamentos

Eu devo ser anormal…

poster_marley_e_eu-mini…porque assisti ao filme “Marley e eu” e não me empolguei tanto.

(ATENÇÃO: se não quiser saber o final do filme, pare de ler aqui!)

Quando vi o livro nas livrarias, pela primeira vez, percebi que era um dos mais vendidos, e todo mundo comentava na internet. Mas eu tenho o pé atrás com esses livros que vendem muito, ainda mais porque parecia auto-ajuda (ou “cão-ajuda”, se preferirem).

Só que, depois que soube do filme, comecei a me interessar. O povo falava tanto, e tão bem… E ontem finalmente assisti. Mas eu acho que meu problema foi que esperei demais do filme, como sempre faço com tudo. Espero demais de filmes, de pessoas, de lugares, etc., etc., etc. …

Porém, achei sem sal, mesmo. É só mais um filme em que uma família cuida de um animalzinho, e, quando ele morre, eles sofrem muito, porque é como se fosse da família. Talvez, quem tem ou teve um bichinho de estimação se identifique, e eu, como nunca tive (porque não quis mesmo), não tenha achado tão interessante.

Não me entendam mal, eu amo os animais, odeio ver maldades contra eles, mas não sou doida pra ter nem peixes em casa, que dirá cachorrinhos. Dão muito trabalho! E também, não me venham com essa história de que animais são melhores que seres humanos. Animais não conversam, não confortam, não compartilham sentimentos. É muito fácil dizer que prefere os animais né? Afinal, eles não vão fazer barulho, não vão ser honestos e te mostrar teus erros, nunca vão te contrariar. Acho que pessoas que pensam assim não prestam pra serem amigas de ninguém, não sabem conviver com outros seres humanos…

Enfim, não sou eu que devo decidir se você vai assistir ou não, deixei aqui apenas os meus pensamentos, minha opinião. Assistam e deixem as suas também!

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3 opiniões sobre “Eu devo ser anormal…

  1. Daniella,

    Tudo bem?

    Sou repórter do caderno de tecnologia (Link) do jornal O Estado de S. Paulo. Te encontrei na comunidade Conheci Meu Amor na Internet, do Orkut.

    Seguinte, não sei se você acompanhou, mas na semana passada o Google disse que as pessoas deveriam ficar mais desconectadas. Por conta disso, vamos fazer uma reportagem discutindo se é possível ficar desconectado. E, para isso, estou entrevistando pessoas as quais a internet fez realmente diferença. Pesquisando o blog no Google, encontrei o seu blog e vi que namora a distância. Imagino que a internet tenha um papel crucial, né?

    Por conta disso, gostaria de fazer uma entrevista com vocês por telefone nesta terça, dia 26/05, para esta reportagem. Poderia ser?

    Aguardo o seu retorno.
    Muito obrigado,
    Rodrigo Martins
    Link – O Estado de S. Paulo
    Tel. (11) 3856-4578
    rodrigo.martins@grupoestado.com.br

  2. Isabela Cruz em disse:

    Assisti hoje, e apesar de não ter lido o livro eu adoreei !!!!

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