Pensamentos

Decisões, decisões… A vida é feita de decisões…

Eu comprei o dvd da primeira temporada de Friends! Yay! Já queria ter feito isso há tempos, mas só agora foi possível. O plano é ir comprando cada mês uma, até ter as dez. Vamos ver no que vai dar!

Mas não é sobre isso que quero falar. Porém, tem a ver, porque foi assistindo a um dos episódios dessa temporada que comecei a refletir sobre algo e quis compartilhar com os leitores desse blog.

O caso é que, no episódio em questão, Rachel, que estava acabando de começar uma nova vida, independente dos pais, trabalhando e solteira, recebe a visita de algumas amigas: uma noiva, outra grávida e a terceira tinha acabado de se tornar sócia da empresa do pai. Ela finge estar feliz com a presença das amigas, mas na verdade começa a pensar sobre sua própria vida, como está distante de tudo isso, e passa a se sentir muito infeliz. Era como se ela tivesse se arrependido das últimas decisões tomadas, e agora começava a pensar se tinha agido correto, deixando um noivo rico, mas que ela não amava, para trás e passando a viver a vida por sua própria conta.

Eu comecei a pensar no quanto às vezes nos sentimos assim. Tomamos nossas decisões, que no momento parecem ser as melhores. Eu por exemplo: fazia Medicina, sentia falta de ter um namorado e não sabia o que iria fazer da vida depois que me formasse. Quer dizer, tinha uma vaga noção, mas nada muito certo. Depois conheci uma pessoa. Que estava terminando sua faculdade e já pensava em fazer a segunda. Dois anos depois que nos conhecemos, eu já formada e ele também, ele foi fazer a faculdade que queria, eu me mudei pra cidade onde ele havia ido estudar, e nos casamos. Parece loucura pra quem está lendo rápido e não conhece toda a nossa história, mas na verdade foi tudo muito bem pensado. Só que obviamente foi uma reviravolta em nossas vidas…

Porém, em certos momentos, apesar de todas as decisões tão bem tomadas, podemos começar a pensar: “e se eu tivesse feito assim?”, “e se eu não tivesse feito isso ou aquilo?” Você vê amigas que casaram mais cedo e já têm filhos, e você ainda não os tem. Você vê amigas que nem pensam em casar — ou pelo menos não pensam nisso pra agora — e estão crescendo nas suas profissões, enquanto a sua parece estar estagnada, porque você ainda não conseguiu fazer aquela especialização ou o tão sonhado mestrado. Você vê amigas solteiras, e pensa se não deveria ter esperado mais um pouco pra casar…

São várias as coisas em que podemos pensar, coisas até que eu nem citei. Isso pode acontecer mesmo. Mas nessas horas, o que a gente tem que fazer é parar e relembrar: eu casei com 28 anos, foi uma idade legal, eu sempre quis casar depois dos 25, então não tem problema se eu não tenho uma ninhada com apenas 22 anos, eu escolhi assim. Ou: eu ainda não fiz minha especialização porque não tive tempo/oportunidade/recursos, mas assim que tiver, farei. Ou ainda: quando eu decidi me casar, foi por amor, foi porque eu encontrei o meu melhor amigo, foi porque eu conheci alguém que se importa comigo, que corresponde ao que sinto por ele, que tem quase tudo em comum, e as diferenças servem apenas pra fazerem a gente se complementar, e não porque foi “amor à primeira vista” (acreditem, tem MUITA gente que acredita nisso, que acha que amar alguém é “ter o mesmo gosto musical e compartilhar manias esquisitas”, vi isso num blog hoje…).

Lembre-se por que tomou cada decisão, lembre-se que aquilo foi pensado, que você pediu conselhos a quem pôde; se pediu orientação a Deus, lembre-se disso também. Isso é o que importa, e não como está a vida de fulana ou sicrana — o mundo não acabou porque sua vida não é idêntica a delas. Lembre-se das suas conquistas — todos temos as nossas — e do que você ainda quer alcançar. E nunca se esqueça de conversar com Ele (sim, o mesmo Deus que citei no começo) antes de tomar qualquer decisão. Assim, o que quer que você escolha, vai ser o melhor, porque Ele te orientou. E você com certeza nunca irá se arrepender…

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Desculpem por eu estar sempre escrevendo textos imensos. Prometo que vou tentar diminuir o tamanho deles. Já tentei uma vez — é brabo! Mas prometo que vou continuar tentando 😉

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