Pensamentos

Como salvar seu casamento

Terceiro post seguido sobre casamento! Também pudera, num blog de quem adora falar sobre o assunto, não poderia ser diferente… Retirei esse texto do blog “Saúde e Família, e o que está entre colchetes são os comentários da dona do blog. Os meus estão em vermelho.

A revista Época da semana passada trouxe como matéria de capa uma reportagem intitulada “Como salvar seu casamento”. Achei especialmente interessantes as dicas “6 conselhos que podem ajudar”, elaboradas por psicólogos e estudiosos do casamento:

1. Modelo de casamento. Fomos educados a acreditar que o casamento é romântico. Pois ele não é. Talvez, se tivéssemos mais informação sobre como o casamento se dá, teríamos menos decepções com ele. O casamento é uma relação de conexão com o parceiro, é educar filhos juntos, é cuidar um do outro, é ser fiel ao outro [mas também é alimentar o romantismo, sim]. Também acho que um pouco de romantimo não faz mal a ninguém. O casamento pode ter o seu lado romântico, aliás, deve. O fato é: nem sempre vai existir aquela sensação de que você está num conto de fadas; há conflitos e problemas que devem ser resolvidos, há contas a pagar, há decisões a tomar. Mas nada impede jantares românticos à luz de velas, saídas juntos, nem que seja só pra caminhar de mãos dadas, presentes e ideias criativas em aniversários ou datas especiais (ou mesmo sem data especial, um presente, um carinho, sempre é algo bem-vindo em qualquer data)…

2. Passar tempo juntos. Uma das principais causas das separações é o casal não passar muito tempo junto. Priorize seu casamento. Tire férias ao menos uma vez por ano sem as crianças [hmm, difícil…] e desligue-se do trabalho. Sobre filhos não posso comentar muito pois não os tenho (mas acho que é possível sim tirar férias sem ele, no encontro de casais que um pastor promoveu em minha igreja, a recomendação que ele mais fez foi: não tragam os filhos — os dele ficaram na casa de minha mãe — pois iria atrapalhar sim, e sempre dá-se um jeito), agora quanto ao tempo junto: extremamente importante ainda mais pra quem tem “tempo de qualidade” como sua linguagem de amor (meu caso). Deve-se fazer o possível pra ter tempo com o cônjuge, se não o relacionamento enfraquece.

3. Fazer sexo. Sexo é uma das mais importantes conexões do casamento. Faça o que for necessário para manter a chama acesa. Estimule sexualmente o companheiro, mesmo que a princípio ele, ou ela, não esteja a fim. Com certeza, isso é importante demais. E bom também!

4. Flerte. Lembra-se de como você e seu companheiro flertavam no início do relacionamento? Faça isso continuamente, e sua relação será mais excitante. Casamento não é apenas sexo. O carinho também é muito importante. Andem de mãos dadas; sentem-se juntos no sofá; se aninhem. Nem preciso comentar, perfeito.

5. Converse. Procure sempre bater papo. Fale sobre seus sentimentos e os assuntos importantes do dia. Se estiver magoado com seu parceiro, não se feche. É importante manter os canais de comunicação abertos. Idem ao anterior.

6. Isolamento ocasional. O fato de estar casado com alguém não significa estar grudado naquela pessoa. É importante que cada um tenha seu espaço, seu tempo. […] E às vezes até manter um lugar na casa onde possa ficar só. A solidão nos faz querer ir ao encontro do outro. Exato, e em casa temos isso, nosso espaço pra ficarmos sós. Temos nossas atividades e hobbies, isso é importante pra manter a individualidade e dá saudade também (digo por experiência!).

Em se tratando de “como salvar” um casamento, senti falta da dica que seria a mais importante de todas: convidar o Salvador para o casamento. Casais que oram, tem uma (a mesma) religião e cultuam juntos são muito mais felizes em todas as áreas da vida. Segundo o apóstolo João, Deus é amor. Se falta amor no casamento, atitudes planejadas (ao estilo Desafio de Amar) ajudam, mas a fonte do verdadeiro amor é Deus. Amando ao nosso Criador teremos muito mais amor para dar ao cônjuge e aos demais familiares.

Como diz uma musiquinha antiga: “Se na família está Jesus, é feliz o lar.”

(Débora Borges, com comentários meus em vermelho)

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