Pensamentos

Arquivo para o mês “junho, 2010”

Uma família em 30 anos

Muito legal.

Via vidaordinaria.com.

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Inteligência ou aparência: o que realmente importa?

Bem magrinha e praticamente sem peito, Tessália turbinou os seios com 300ml de silicone. A ex-BBB justificou a mudança: “é difícil uma mulher com pouco peito ser aceita na sociedade”. Na socidade das ex-BBBs isso faz sentido… (EGO, 27/06/2010).

A notícia pode ser velha, mas eu não sabia que a justificativa usada tinha sido essa. Quer dizer que, para ser aceita, a mulher tem que ter peito. Essa foi demais! Pensei que tínhamos que ser inteligentes, educadas, trabalhadoras, esforçadas, responsáveis. Não, temos que ter peito! E não é no sentido de ter coragem, não. É ter seio grande mesmo.

Quando a gente pensa que as mulheres finalmente estão começando a ser aceitas por seu cérebro, vem uma tonta e mostra que não: a aparência continua sendo o mais importante. Afinal, quem tem que ser inteligente é o homem, mulher só tem que ter corpo né? Pra que cérebro, se quem pensa é o homem e a mulher só obedece? Isso tudo seria até engraçado se não fosse real. E pior, confirmado — e ao que parece, aceito — por uma mulher.

Grande ideia

Um bilhete de suicídio anônimo. Algumas pessoas leram. E assim surgiu uma forma de ajudar totalmente inusitada. Coisas que não aconteceriam caso não tivéssemos blogs e sites de relacionamento: nem se saberia do suicida em potencial, nem se conseguiria ajudá-lo, ainda que não se saiba quem é nem onde vive. Maravilhas da internet. Clique na imagem e veja o vídeo 🙂

Promessas

Às vezes acho minha atitude muito parecida com a de outras pessoas que tanto critico. Tendo a me preocupar com coisas sem importância, na prática — quando sei que há coisas infinitamente maiores para me preocupar. Tendo a esperar demais dos outros. Fico hiper chateada quando alguém diz que vai fazer algo e não faz. E me irrito por me chatear com isso. E tem mais um porém: como sou alguém que não tem lá aquela autoestima, fico sempre achando que a culpa é minha e que eu sou sempre a errada da história. Além de ter a tendência de exagerar um pouco, às vezes. O que só aumenta minhas dúvidas: sou eu a que espero demais e preciso mudar, ou são os outros que se doam de menos? Não sei, não sei!

O que fazer quando alguém promete algo e não cumpre? Sempre se chatear? Ou depende de quão importante (ou desimportante) é o que a pessoa prometeu?

Alguém…?

Sobre ter opinião…

Será que é assim que se trata alguém por ter opinião? Pra muita gente, sim...

Eu acho interessante que muita gente fala: “fulano precisa aprender a dizer não” ou “fulano precisa se impor” ou ainda “fulano tem que ter opinião e deixar de ser mosca morta”, mas quando o tal fulano passa a ter todas essas atitudes que foram solicitadas dele, os outros estranham.

Eu sempre fui muito temerosa de dizer o que penso, não gostava de falar certas coisas para certas pessoas com medo de ser mal interpretada e perder a amizade de alguém de quem eu gostasse (e isso sempre acontecia com amigos, engraçado que nunca tive medo de discordar de meus pais ou meu esposo). Me lembrei disso hoje, ao ver um twitter de alguém que sigo: “Às vezes vc deixa de expressar sua opinião, com medo que ela se choque com a opinião dos outros? Não? Nem eu… hehe”. Eu já deixei muitas vezes de falar o que penso para não “chocar” com outras opiniões. Mas eu mudei. Não pensava assim antes. Só que hoje, eu falo o que penso, sem medo de ser feliz. As outras pessoas não pagam minhas contas, não têm os meus problemas, não vivem a minha vida.

Porém, isso não é fácil. Como já citei noutro post, uma vez me deram unfollow no twitter porque eu “escrevo coisas polêmicas só para dizer que tenho opinião”. Na verdade, a pessoa fez isso porque não gostava de algumas coisas que eu dizia, por não concordar com ela (isso não foi julgamento meu, alguém ligado a essa pessoa me explicou). E é mais complicado ainda quando você tem que discordar de alguém que é próximo a você. Mas ter opinião própria não é pecado. Pensar diferente não é errado. Cada um tem o direito de ter o pensamento que quiser a respeito de determinado assunto.

Contudo, as mesmas pessoas que pensam isso te criticam ou se espantam e te repreendem quando é você o que discorda, o que se levanta perante injustiças, o que diz não, ou simplesmente o que diz o que pensa. Elas podem, você não. Peço licença a meus amados leitores para dizer: estou de saco cheio de gente assim. Eu agora não tenho mais medo do que os outros vão pensar por eu dar minha opinião. Portanto, se você quiser me dar unfollow, xingar ou deixar de ser meu amigo, fique à vontade. Sou eu que pago minhas contas e me sustento, graças ao bom Deus, e o que você pensa de mim não interessa.

Maturidade tem a ver com saber discordar com elegância, com classe. Eu também não entendia isso antes, se alguém discordava de mim já achava que a pessoa não ia com a minha cara. Mas hoje sei que não tem nada a ver, todos podemos — e devemos — ter opinião própria, e mesmo que essa opinião seja diferente da opinião do seu amigo, isso não quer dizer que você não gosta mais daquela pessoa, que vocês agora vão cortar relações ou que você tem que dar unfollow no twitter. Divergir é bom e necessário, e sábios são aqueles que fazem isso sem brigar. Não precisa ser arrogante, mas não há problema em dizer o que você pensa sobre um assunto, ainda que seja diferente do que alguns pensam. E se eles se incomodarem? Problema deles…

“Preocupe-se mais com seu caráter do que com sua reputação. Caráter é aquilo que você é, reputação é apenas o que os outros pensam que você é.” John Wooden

Palavra divina ou palavra humana?

Muita gente diz crer que Jesus foi um “grande Mestre” ou “o primeiro comunista da história” ou “um homem especial”. Sem entrar no mérito da veracidade dessas declarações, fica claro que Ele sempre foi e ainda é muito admirado, apesar de ser também odiado por alguns.

Se você tem alguma boa impressão acerca de Jesus, por mais simples que seja, fato é que você crê em pelo menos parte do que diz a Bíblia, correto? Pois é. E é sobre isso que eu queria falar hoje. Como sempre digo em posts dessa categoria, meu intuito não é “converter” ou “catequizar” ninguém, e sim fazer pensar. Apenas isso. Afinal, o nome do blog já diz…

Leiam esse texto:

“Foi a respeito desta salvação que os profetas indagaram e inquiriram, os quais profetizaram acerca da graça a vós outros destinada, investigando, atentamente, qual a ocasião ou quais as circunstâncias oportunas, indicadas pelo Espírito de Cristo, que neles estava, ao dar de antemão testemunho sobre os sofrimentos referentes a Cristo e sobre as glórias que os seguiriam” (I Pedro 1:10-11).

A grande questão hoje: de quem foi a mensagem que os escritores da Bíblia deixaram?

Na passagem de hoje, o apóstolo Pedro nos deu uma visão interessante sobre a doutrina da inspiração. Ele mencionou que os profetas que nos deram a mensagem sobre a vinda do Messias procuraram seus próprios escritos para tentar descobrir o que significavam aquelas palavras. Que outro autor escreveu um livro e depois voltou a ler o texto para descobrir o que ele significava? Isto é apenas verdadeiro para as Escrituras, porque a Bíblia não é a palavra do homem, mas a Palavra de Deus.

Os escritores da Bíblia não estavam comunicando as suas próprias opiniões, eles escreveram as palavras que Deus soprou para nós através deles. Por exemplo, Jeremias, ao falar com os israelitas, disse: “Então o Senhor estendeu a mão e tocou a minha boca, e o Senhor me disse:” Eis que ponho as minhas palavras na sua boca””(Jeremias 1:9). O conteúdo das Escrituras vem da mente de Deus, não da mente do homem.

No fim de semana passado, eu assisti a uma cerimônia de graduação na qual pediram que ficassem de pé os graduados que estivessem planejando ir do ensino médio para o serviço militar. Dezenas de moças e rapazes levantaram-se e a multidão deu-lhes uma ovação entusiasmada pela sua disponibilidade de arriscar suas vidas por seu país. Quando eu vi aquilo, eu me senti “inspirado”.

Todos nós experimentamos essa sensação às vezes. No entanto, devemos entender que quando Paulo disse que as Escrituras são “inspiradas” (2 Timóteo 3:16), a palavra grega que ele usou significa literalmente “soprada por Deus.” Os escritores da Bíblia não eram apenas “inspirados” no sentido humano. Eles escreveram as palavras que Deus soprou através deles. As Escrituras são palavras de Deus!

Com esse conceito em mente, devemos procurar as grandes verdades que são encontradas nas Escrituras. Ao estudar as Escrituras, podemos conhecer o coração e a mente de Deus, porque é a Sua Palavra! (answersingenesis.org)

Achei muito interessante. Já parou pra pensar nisso? Se você crer que pelo menos algumas partes da Bíblia são verdadeiras ou, no mínimo, prováveis, você poderia pensar nesse texto um pouquinho. E ainda agradecer a Deus por se preocupar com a gente a ponto de Ele mesmo sussurrar tudo que queria nos dizer para os mais diversos tipos de pessoas, pois, apesar de imperfeitos, Ele nos ama, e usa até aqueles que imaginamos “inferiores” ou “sem importância” para nos falar as coisas mais importantes…

Mas é só uma sugestão…

Garotas da capa

por Mônica Torres

Na fila do caixa no supermercado, a distração que resta, além de dizer não para todos os pedidos de guloseimas que os filhos fazem, é olhar as capas das revistas. Assim como balas e salgadinhos estão ao alcance das pequenas mãos gulosas e impacientes das crianças, as manchetes de todo tipo de publicação brigam pelo nosso olhar.

Tem desde revistinha com as receitas temáticas do mês, como bolos de milho para festas juninas, até as especializadas em decoração, ciência e economia. Claro que quem costuma roubar a atenção são as revistas de celebridades, com todas aquelas fofocas gritando “me compre, que eu conto a última da Danielle Winits” ou “olha quem vai ficar com quem na próxima novela”. Já vi muita mulher, e homem também, parando para ver fotos do mais recente casamento da Susana Vieira.

Mas nada que Susaninha e Dani fazem me surpreende mais do que as manchetes das revistas ditas femininas. De algumas, não se espera grandes profundidades. A proposta está lá, na forma como são produzidas as garotas de capa: sempre estrelas com roupas mínimas e cabelos esvoaçantes. Exatamente como a gente na vida real, né? Claro que não.

Até o delírio de beleza sexy e estonteante, eu não me surpreendo. Como eu disse, está na capa. O que me assusta sempre é a forma como as tais revistas prometem soluções para todos os seus problemas, especialmente nas áreas amor e sexo.

A primeira vez que me dei conta que as revistas femininas podiam ser mais que isso foi no começo de 2001, no lançamento da Trip para Mulheres, ou seja, TPM. Lá naquela longínqua edição estava uma lista de chamadas como “dicas para esquecer um grande amor” e “dez maneiras de fingir um orgasmo” retiradas de revistas femininas. Foi assustador.

Nove anos depois, estou na fila do mercado. Casei, virei mãe, sou profissional com uma certa experiência. Muita coisa mudou. Mas as revistas continuam as mesmas. Na espera para pagar pelas compras do mês é possível ler: “O que chama a atenção do gato na hora da transa? Seu rosto! Veja como tirar proveito da expressão facial para atingir o prazer supremo”. Até uma publicação que promete um olhar mais jovem promete responder às leitoras: “Sexo é mais legal com homens mais velhos ou mais novos?”.

Claro que toda uma cultura de submissão feminina não desapareceria assim. São décadas de pensamento machista imperando entre nós. Em uma pesquisa rápida, até o jovem Google mostra que as revistas femininas são assim – menos ousadas na escolha das palavras, claro – desde os anos 1950. Mas nós não aprendemos nada? Não queremos nada diferente? Não temos outras perguntas para fazer? Pra que precisamos de tantas “dicas”?

Buscamos nestas revistas a educação sexual que não tivemos, a autoestima que nos falta, o amor ideal que sonhamos. E as supostas respostas ficam lá, no display do supermercado, nos tentando como as guloseimas atiçam o desejo das crianças. Mas, meninas, acreditem, estas dicas não vão nos ajudar a ir em frente. Do contrário não estariam lá paradas na fila há décadas. Afinal, até a mais “feminina” das revistas sabe que a fila anda.

Arte?

Você acha que isso é “arte”? (clique na imagem para vê-la como está no original, e não esqueça que isso é só para maiores de 18, foram avisados).

Não? Pois então você está por fora, pois “moda também é arte”! Pelo menos isso é o que dizem os entendidos aqui. Então, se você quer sempre estar por dentro das “tendências”, quer sempre estar “in”, tem que seguir a moda! E pensar como aqueles que a ditam! Seja feliz!

Queria ver se fosse eu que quisesse sair assim na rua! Vamos ver se eles diriam que eu “estou na moda”…

Sonhos na prateleira

Você já teve que colocar algum sonho na prateleira? Eu não conhecia essa expressão, até econtrá-la neste blog. Achei tão bonita que quis escrever sobre ela. Já devia ter feito há mais tempo, mas hoje finalmente resolvi sentar pra falar sobre o assunto.

Acho que o que me fez gostar da frase foi o fato de que eu mesma já fiz isso. Leiam o que a autora do blog escreveu sobre si mesma, para entenderem melhor:

Pus alguns sonhos na prateleira e segui caminhos antes impensáveis – e então me deparei com novos sonhos. Aprendi que viver é isso, também (A Estrada Anil).

Ela está certa. Colocar sonhos na prateleira não quer dizer se desfazer deles, mas sim esperar para que aconteçam no tempo certo, e não quando nós queremos.

Quando eu conheci meu esposo, ele me falou que tinha o sonho de fazer outra faculdade, depois de terminar a que ele já estava fazendo. Não imediatamente depois, não sabia quando seria, mas queria fazer. E eu falei o que pensava e penso até hoje: “não tem problema”.

Só que ele acabou passando no vestibular dessa outra que ele queria fazer logo que terminou a primeira. Nem ele nem eu esperávamos por isso. A gente queria casar primeiro, curtir, eu pensava em fazer minha residência, e achávamos que teríamos tempo para guardar reservas para quando ele viesse estudar. Mas entendemos que Deus queria que a gente viesse para cá naquele ano de 2007, e não depois.

A vida aqui não é fácil. Eu estou trabalhando como queria, graças a Deus. Meu esposo é um dos melhores de sua turma, e também trabalha muito na faculdade. Mas estamos longe da família e amigos há quase quatro anos. Moramos numa cidade de poucos recursos, bem diferente daquelas de onde viemos. Nem todo mundo entende a decisão que tomamos. Afinal, eu poderia estar fazendo residência e meu esposo poderia estar ganhando bem, trabalhando na área em que se formou. Além do mais, estaríamos mais perto daqueles que amamos. Porém, meu esposo estaria infeliz, e talvez se acomodasse e nunca viesse a fazer aquilo com que tanto sonhava,

Mas os sonhos de Deus para nós sempre são maiores que aquilo que pensamos. Cremos — por uma série de fatores — que foi Ele que quis que a gente viesse mais cedo do que esperávamos, e que arranjou tudo para que nos estabelecêssemos aqui. Moramos num bom lugar, temos nossa própria renda, não dependemos de ninguém.

Alguém pode dizer: “e você? E seu sonho de residência? Ele não pode esperar, mas você pode?” Em primeiro lugar, meu sonho não é tão grande como o dele. Em segundo, o sonho dele também já era meu, antes de nos casarmos. Ele não está fazendo apenas uma segunda faculdade, está se preparando para algo bem maior, em que minha presença é imprescindível, e graças a Deus por ser assim, pois faço questão de estar junto dele quando ele estiver finalmente pronto para fazer aquilo a que foi chamado. Em terceiro, depois que ele conquistar seu sonho vai ser a minha vez de ir em busca do meu, e a vez dele de “colocar os sonhos na prateleira”. Ele poderia e gostaria de fazer logo um mestrado e depois doutorado, mas preferiu esperar por mim. Graças a Deus somos um casal que se ama, e sabemos abrir mão de algo quando é para agradar o outro. Temos nossos defeitos, mas sabemos ceder, entendemos que isso faz toda a diferença, saber abrir mão do seu ego.

E por último, quem escolheu que ele realizasse o sonho primeiro foi Deus, não ele e nem eu. Poderia ter sido o meu, mas foi o dele. E aconteceu assim porque Deus quis que fosse assim. Meu esposo ia fazer o vestibular só por experiência, tínhamos certeza que não viríamos pra cá, quando vimos, já estávamos aqui, e muito bem instalados, graças ao Pai. Foi vontade dEle. E isso não faz diferença, não estamos numa competição para ver quem realiza os sonhos primeiro. Vamos conquistando as coisas aos poucos, uma de cada vez, mas sempre juntos, um apoiando o outro. Por isso gostei tanto daquela expressão. Como a autora do blog, “segui caminhos antes impensáveis — e então me deparei com novos sonhos. Aprendi que viver é isso, também”.

Equilíbrio até na hora de comer

Ontem e hoje vi duas coisas relacionadas à alimentação que me chamaram a atenção, e queria compartilhar aqui com vocês.

Primeiro foi ontem, numa matéria da revista Época, em que se falava sobre um homem chamado Michael Pollan, ativista americano que, como a revista menciona, é contra todo tipo de alimentação que nossos avós não reconheceriam como tal. Hoje, foi a vez de ver no twitter o link pra uma matéria que fala sobre a “Ortorexia”, que seria um novo tipo de distúrbio alimentar. As pessoas ficam numa preocupação exagerada de comer apenas o que seria “correto” (leia as duas matérias para entender melhor).

Em todos os dois casos, o que vemos é um exagero, um radicalismo no que se refere à alimentação. Se não podemos sair comendo tudo o que vemos pela frente nem devemos nos alimentar daquilo que faz mal, o fanatismo, ainda que ligado ao que comemos, também pode ser muito prejudicial.

Sabemos que beber água, por exemplo, não é apenas bom, como necessário. Mas você sabia que beber água demais também faz mal? Pois é. Exagerar, quer pra mais ou pra menos, é sempre prejudicial.

O mesmo acontece com aquilo que comemos. Comer demais ou de menos, faz mal. Deixar de comer proteínas, vitaminas, carboidratos e até gorduras, de forma radical, prejudica a saúde. Por isso, se você quiser se cuidar, isso é muito louvável. Mas não exagere. Você pode se prejudicar, e ainda se tornar um chato para quem estiver ao seu redor. Equilíbrio é tudo.

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