Pensamentos

Arquivo para o mês “outubro, 2008”

O túmulo de Cristo…

…está vazio! Aleluia!

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Feliz dia do dentista!!!

Posso comer de tudo?

Vamos tomar um momento para falar sobre carne de porco, presunto, lingüiça, calabresa, bacon. Estas são algumas das coisas que a Bíblia diz que não devemos comer.

E essas coisas, claro, vêm todas do porco, e eu sei que alguns de vocês amam costeletas de porco, adoram sanduíches de queijo e presunto, eu sei porque eu cresci comendo essas coisas, e eu gosto muito de bacon, mas em prol da nossa saúde nos temos que estar dispostos a fazer algumas mudanças.

Deus sabe o que é melhor pra nós, e voltando aos dias da Bíblia, o porco era considerado impuro, nunca era considerado como uma fonte de alimento, e uma das principais razões é porque o porco come qualquer coisa. Um porco come dejetos e lixo, e isso é meio nojento, mas um porco come suas próprias crias mortas. Ele vai comer outros animais doentes e infectados, eles são fuçadores de lixo.

E o que é interessante é que o porco tem um dos mais simples e pobres sistemas digestivos entre os animais, no caso dele a digestão leva apenas 4 horas, e isso não é bom, porque muitas vezes as toxinas da comida não são eliminadas, e ficam armazenadas na gordura do porco.

Isso significa que o porco pode comer sujeira e lixo, ele pode comer outras infecções, quatro horas depois ele pode estar no matadouro e no açougue, e em poucos dias no seu prato em casa. As toxinas nunca foram propriamente eliminadas da carne.

Por outro lado, os animais que Deus disse que são apropriados para comermos, como vaca, corneiro, veados, búfalos, esses animais comem vegetação fresca e limpa. O sistema digestivo deles é muito mais sofisticado. Na verdade uma vaca basicamente tem três estômagos, e essa vegetação é processada através do sistema digestivo em um total de 24 horas. Pense, são 24 horas ao invés de 4 horas.

Você preferiria comer um animal que come sujeira e lixo ou um animal que come vegetação limpa e fresca? Um animal que mal digere sua comida e armazena as toxinas da gordura ou um animal que elimina as toxinas do seu corpo apropriadamente?

Eu não sei você, mas eu não quero arriscar e colocar esse tipo de lixo no meu corpo. E como eu disse eu amo bacon, mas há alguns anos atras nós fizemos uma troca e agora eu como bacon de peru. Hoje eu não noto mais a diferença. Eu amo pizza, mas eu não como a calabresa mais.

Eu fiz mudanças não apenas para a minha saúde mas as fiz para honrar a Deus. Eu acredito que se eu fizer o que eu posso para cuidar do meu corpo, Deus irá fazer o que eu não posso.

Outra coisa que a Bíblia diz que devemos ficar longe é qualquer tipo de frutos do mar. Camarões, caranguejos, lagostas, ostras…Esses animais são fuçadores de lixo, eles vivem no fundo do mar e eles comem dejetos, eles comem excrementos de outros peixes, e eu amo camarão frito, mas quando eu penso o que aquele camarão come no seu jantar, não é mais tão apetitoso. Nós devíamos comer mais peixe fresco, grelhado. Peixes grelhados são algumas das melhores coisas para nossa saúde.

(Pr. Joel Osteen – http://www.mydadsrestaurant.com/josteencleanfoodbig.wmv, tradução para o português: Lizzie Spissoto)

A mais bela história de amor

Mundialmente aclamada como a mais bela e trágica história de amor de todos os tempos, Romeu e Julieta conta a história de dois jovens apaixonados, Romeu Montéquio e Julieta Capuleto. Filhos de famílias rivais, acabam por não conseguir resistir ao ódio que os separa, mas o seu amor perdurará para além da morte.” (Webboom.pt)

Não pense que quero falar das tragédias recentes envolvendo casais de namorados. Pelo menos, não agora. Quem sabe, mais tarde, eu venha a “meter meu bedelho” neste assunto, mas por agora, prefiro só contemplar.

Quero falar hoje da afirmação que acabamos de ler. Ela nos diz que essa história, a famosa história de Romeu e Julieta, é a maior história de amor de todos os tempos. Mas será que é mesmo? Bem, antes de você chegar a qualquer conclusão, deixe-me contar uma outra história ocorrida muitos anos atrás…

Havia um pai muito bondoso que tinha um único filho. Esse seu filho era igual a ele em tudo, nos gostos, nos pensamentos, no modo de ser. Eles tinham, ainda, um amigo muito íntimo, muito próximo, muito semelhante a eles, com quem conversavam sobre tudo, com quem dividiam toda a sua existência.

Um dia, esses três amigos, em consenso, resolveram que suas vidas estavam muito solitárias. Eles precisavam de outros com quem dividir seu amor, bondade e amizade. Se fosse hoje, poderíamos dizer que eram como um casal sem filhos, ansiosos por um bebê que pudesse alegrar ainda mais suas vidas.

Pois bem, decididos, esses três amigos, que ainda carregavam em comum a capacidade de criar vidas,  resolveram criar outros seres. Seres maravilhosos, perfeitos, que iriam ajudá-los em sua missão. Seres também poderosos, não tanto quanto seus criadores, mas belíssimos e com muita sabedoria e capacidades. Chamaram a esses de ‘mensageiros’.

Feito isso, sentiram vontade de criar outros seres, diferentes dos mensageiros. Sabe os pais de quem falei antes? Pois é, se eles fossem esses pais, talvez tivessem pensado: “Temos uma linda menina, vamos ter um menino também?” Sim, aqueles amigos amavam a diversidade. Queriam ter outros seres, a quem pudessem chamar verdadeiramente “Filhos!”, sabendo que seriam ouvidos com ternura. Queriam ter filhos a quem cuidar, acalentar, amar. E criaram mundos maravilhosos e perfeitos, nos quais esses filhos semelhantemente maravilhosos e perfeitos iriam morar.

E começaram, então, a obra maravilhosa que é o criar. Desenharam formas perfeitas, que foram pintadas com cores inimagináveis, cada detalhe, como diz uma música de que gosto muito, “um toque de amor”. Criaram tudo muito lindo, muito singelo, tudo perfeito…

Começaram então a fazer amizade com seus filhos amados. Os mensageiros viam tudo com muita admiração e regozijo. Já conheciam aqueles três amigos há bons tempos, e sabiam o quão amorosos eram, o quanto haviam ansiado e esperado pelo momento de conversar e compartilhar momentos especiais com aquelas outras criaturas a quem chamavam de filhos.

Porém, um dos mensageiros, chamado Portador de Luz, começou a achar estranho tudo aquilo, começou a sentir ciúmes. Ele via a conexão perfeita existente entre o Homem e o seu Filho. Ninguém entendia o porquê daquilo, uma vez que ele era tão querido e amado, tão bem tratado, sendo o mais destacado dos mensageiros, o líder do coral que eles formavam, enfim, o mensageiro mais importante, respeitado e amado tanto quanto os outros, tanto quanto os filhos espalhados nos diferentes planetas.

Contudo, o fato é que, sem explicação, aquele mensageiro se rebelou. Inventou mil e uma mentiras sobre o Homem, e saiu espalhando sua inveja aos outros mensageiros. Um terço deles se juntou ao ‘mestre’ e o ambiente naquele lugar, outrora de paz, começou a mudar. O Homem conversou e implorou ao seu mensageiro tão querido, para que mudasse seus pensamentos, para que sua rebeldia inexplicável tivesse fim, para que entendesse que ele, o Homem, o amava demais, mas foi tudo em vão. O clima piorou ainda mais. O Homem chorou muito, assim como seu Filho e o Amigo deles. Não sabiam o que fazer… Você tem filhos? Algum deles, por nenhuma razão, já teve raiva e se rebelou contra você? Você se lembra de como foi duro, não é? Pois foi assim que aqueles três se sentiram…

Só que, infelizmente, nada mudou, a despeito dos pedidos insistentes dos três amigos. Portador de Luz e seus companheiros foram finalmente retirados daquele lugar, por não pertencerem mais a ele. Não podiam ser destruídos, pois além de terem sido objetos do amor de seus criadores, não poderiam simplesmente ser calados. O universo precisava saber quem tinha razão: o Filho do Homem, seu Pai e seu Amigo, ou Portador de Luz.

Foram, então, pra um dos planetas criados pelos três amigos. Queriam convencer aos Filhos que viviam naquele lugar de que o Homem era mau, assim como seu Filho e seu Amigo. Queriam, já que não conseguiram destruir a casa do Homem, arruinar a vida maravilhosa que ele havia dado aos filhos daquele planeta, para, de algum modo, ferir o seu criador.

Ao chegarem nesse planeta longínquo, logo trataram de fazer a cabeça dos seus dois únicos moradores. Estes, por sua vez, embora tivessem sido previamente avisados pelo Homem da existência de Portador de Luz e de suas falácias, acabaram por acreditar nele, que apareceu disfarçado de um exótico animal, falando-lhes meias-verdades. Caíram em suas lorotas, achando que estavam descobrindo grandes verdades, nunca dantes reveladas, e oh quão duro foi saber, pouco depois, que haviam caído no erro de que tanto o Homem os alertara.

Depois disso, o mundo deles se transformou. Não mais perfeição ou beleza, não mais pureza, amor perfeito. Agora, dor e morte faziam parte de suas vidas. Eles conheciam a verdade. Sabiam que o mal não poderia coexistir com o bem. Um dos dois acabaria prevalecendo, e o que eles fizeram deveria ser seguido de morte. Morte sim, embora eles tivessem preferido acreditar em Portador de Luz, que falou que não morreriam, ainda que fizessem o contrário do que tinha sido dito pelo Homem.

Verdadeiramente, o preço tinha que ser pago. Houvessem apenas seguido a ordem do amoroso criador, e nada daquilo estaria acontecendo. Como doía lembrar disso a cada segundo! Como doía saber que se apenas tivessem seguido seu caminho, sem dar ouvido àquele que, agora eles sabiam, era o maior dos enganadores do universo, poderiam continuar suas vidas, felizes e perfeitos, como sempre foram. Mas não. E essa certeza os corroía por dentro.

Mas eis que o Homem os chama! No meio da desgraça, ouvem a voz de seu criador. E tentam se esconder, sabendo do erro que cometeram, esquecendo-se de que não conseguiriam se esconder do ser que mais os amava no universo. Não sabiam que ele já previa que isso poderia acontecer. Havia criado seus filhos com a capacidade de escolha. Não queria que o amassem apenas por medo ou obrigação. Queriam que o amassem por escolha própria. E sabia que ele mesmo corria o risco de ver seus filhos escolhendo não amá-lo. Mas esse era o preço a pagar e ele estava disposto a isto. Já tinha tudo planejado. Se, por algum motivo, seus filhos fossem tão longe que tivessem que morrer, ele estaria disposto a fazer algo que não somente não fugiria às regras dadas aos filhos, como também não traria tanto sofrimento a eles. Então, o Homem começou a contar a seus filhos o que ia fazer.

Contou-lhes que alguém precisava morrer, esse era o preço. Contou-lhes que os amava muito e não queria que morressem. Os filhos agora olhavam para o Pai sem entender o que se passava em sua mente tão infinita e tão sábia, tão além de suas capacidades. O que deveria acontecer então? E o Criador continuou então sua explicação, dando a eles uma notícia ao mesmo tempo alegre e terrível. Não precisariam morrer! Não eternamente! Claro, um dia, devido à nova configuração daquele mundo, seus corpos enfraqueceriam, ou encontrariam algo mais forte do que eles, e cessariam de funcionar. Mas poderiam voltar a vida! Não precisavam deixar de existir para sempre, que é o que estava fadado a acontecer, e que eles sabiam muito bem.

Não precisariam morrer eternamente, porque o Filho do Homem havia decidido tomar os seus lugares! Daria a vida no lugar deles, e no lugar de quem mais quisesse aceitar tão misericordioso presente! Oh alegria incomum! Como podiam ficar felizes e tão tristes ao mesmo tempo?! O Filho do Homem, a quem tanto amavam, iria morrer. Iria sofrer como ninguém nunca sofreu nem vai sofrer neste planeta, iria ser traído, negado, maltratado, cuspido, humilhado… E, finalmente, morto. Por amor a eles!!!

Era muito para suas mentes fragéis compreender! Mas, mesmo assim, aceitaram o presente. Sabiam que não mereciam, sabiam que nada haveria que pudessem fazer para pagar o preço da tão honrosa dádiva. Mas aceitaram e seguiram suas vidas. O Criador rogou-lhes que contassem aquela história a todos os seus descendentes, para que tivessem um pouco de alegria em suas vidas. Alertou-lhes de que alguns haveria que não iriam dar crédito. Mas que seguissem contando, sem se preocupar com aquilo. E como não iriam contar? Como conseguir não contar a todos a mais bela história de amor de todos os tempos?!

Gostou? É. Essa é única e verdadeira “mais bela história de amor de todos os tempos”! Está na Bíblia, para quem quiser ler. E o melhor: é verdadeira!!! É REAL! -“Porque o Filho do homem veio buscar e salvar o que se havia perdido.” (Lucas 19 :10)

P.S.: Se quiser saber mais sobre essa história real, deixe seu recado aqui no blog 😉

Seja idiota!

A idiotice é vital para a felicidade.

Gente chata essa que quer ser séria, profunda e visceral sempre. Putz! A vida já é um caos, por que fazermos dela, ainda por cima, um tratado? Deixe a seriedade para as horas em que ela é inevitável: mortes, separações, dores e afins.

No dia-a-dia, pelo amor de Deus, seja idiota! Ria dos próprios defeitos. E de quem acha defeitos em você. Ignore o que o boçal do seu chefe disse. Pense assim: quem tem que carregar aquela cara feia, todos os dias, inseparavelmente, é ele. Pobre dele.

Milhares de casamentos acabaram-se não pela falta de amor, dinheiro, sexo, sincronia, mas pela ausência de idiotice. Trate seu amor como seu melhor amigo, e pronto.

Quem disse que é bom dividirmos a vida com alguém que tem conselho pra tudo, soluções sensatas, mas não consegue rir quando tropeça?

hahahahahahahahaha!…

Alguém que sabe resolver uma crise familiar, mas não tem a menor idéia de como preencher as horas livres de um fim de semana? Quanto tempo faz que você não vai ao cinema?

É bem comum gente que fica perdida quando se acabam os problemas. E daí, o que elas farão se já não têm por que se desesperar?

Desaprenderam a brincar. Eu não quero alguém assim comigo. Você quer? Espero que não.

Tudo que é mais difícil é mais gostoso, mas… a realidade já é dura; piora se for densa.
Dura, densa, e bem ruim.

Brincar é legal. Entendeu?
Esqueça o que te falaram sobre ser adulto, tudo aquilo de não brincar com comida, não falar besteira, não ser imaturo, não chorar, não andar descalço, não tomar chuva.
Pule corda!
Adultos podem (e devem) contar piadas, passear no parque, rir alto e lamber a tampa do iogurte.

Ser adulto não é perder os prazeres da vida – e esse é o único “não” realmente aceitável.
Teste a teoria. Uma semaninha, para começar.

Veja e sinta as coisas como se elas fossem o que realmente são:
passageiras. Acorde de manhã e decida entre duas coisas: ficar de mau humor e transmitir isso adiante ou sorrir…

Bom mesmo é ter problema na cabeça, sorriso na boca e paz no coração!

Aliás, entregue os problemas nas mãos de Deus e que tal um cafezinho gostoso agora?
A vida é uma peça de teatro que não permite ensaios. Por isso cante, chore, dance e viva intensamente antes que a cortina se feche!

(Arnaldo Jabor)

O amor do Pai

“Ao testemunhar Adão os primeiros sinais da decadência da natureza, com o cair das folhas e o murchar das flores, chorou mais sentidamente do que os homens choram hoje os seus mortos. As flores murchas não eram a razão maior do desgosto, visto serem tenras e delicadas; mas as altaneiras, nobres e robustas árvores arremessando suas folhas e apodrecendo, apresentavam diante dele a dissolução geral da linda natureza, que Deus criara para especial benefício do homem.” (Ellen White, História da Redenção, pág. 55)

Ao pensar nesse texto hoje, me emocionei. Chorei mesmo. Como deve ter doído àquele homem ver tudo se acabando ao seu redor, e pensando como era culpado.

A lição da escola sabatina desta semana nos fala sobre isso. Lemos assim:

“Paulo também ensina que a queda de Adão e Eva colocou o mundo natural sob o poder do pecado: “Pois ela foi submetida à inutilidade, não pela sua própria escolha, mas por causa da vontade daquele que a sujeitou” (Rm 8:20, NVI). O poder danoso e corruptor do pecado alcançou a criação de Deus neste planeta. O verbo sujeitar indica que a natureza está sob a autoridade de algum poder que usurpou sua verdadeira beleza e seu significado. Este foi o resultado, não de sua própria ação, mas de alguma outra coisa: a entrada do pecado (Rm 5:12). A natureza está agora “sujeita à inutilidade”. A palavra inutilidade designa aqui frustração e vazio. Essa palavra é usada em Efésios 4:17 para descrever não a natureza, mas os indivíduos que, à parte de Cristo, vivem “na inutilidade de seus pensamentos” (NVI). (Ángel Manuel Rodriguez, Lição da Escola Sabatina, 4º trimestre de 2008).

Fico a imaginar o sofrimento de Adão. Ver tudo aquilo acontecendo, ele, que tinha visto o mundo nos seus primórdios, na sua perfeição edênica. Ele que nunca havia visto uma flor murchar, um animalzinho morrer, uma folha cair da árvore. Adão, que nunca havia sentido dor, nem nunca havia ouvido alguém chorar, teve que ver sua amada esposa Eva chorar e se contorcer, quem sabe até gritar de dor, para dar à luz seus filhos. O primeiro homem que existiu neste mundo, que nunca havia visto a morte, teve que ver um de seus filhos morrer assassinado pelo próprio irmão, e outro fugir pelo mundo, onde viveria a correr de um lado para outro, sem mais paz…

Quantos de nós já não nos sentimos assim? Por causa de nossos erros, sejam eles em forma de palavras, pensamentos, atos ou omissões, quantos já fizemos sofrer? E, ao ver seus sofrimentos, arrependidos e amargurados, choramos, nos lamentamos, nos arrependemos, sofremos…

Assim foi com Adão, assim é com cada um que veio após ele, para viver aqui neste mundo. Sofrimento, tristeza, arrependimento, coisas que Deus nunca quis que existissem no meio de nós, fazem com que nossa vida tenha tantos momentos infelizes.

Mas, eu me alegro em saber que isso não é tudo. A vida não se resume a sofrer, fazer outros sofrerem, viver em tristeza perene. O pecado, o mal que atingiu nosso mundo, não pegou Deus de surpresa. Não! Nosso Deus tudo sabe, ele é Onisciente, Ele tem pre-ciência, sabe tudo desde o princípio! Ele sabia o que poderia acontecer caso o mal penetrasse no nosso planeta. E Ele já tinha tudo preparado. A Bíblia diz que Jesus é “o Cordeiro que foi morto desde a fundação do mundo” (Apocalipse 13:8). Desde antes de existir a Terra, Deus já tinha tudo preparado. “O salário do pecado é a morte” (Romanos 6:23), alguém pecou, alguém teria que morrer, Deus não poderia ir de encontro à Sua própria lei. Mas Ele “amou o mundo de tal maneira, que deu Seu filho unigênito, para que todo aquele que nEle crer não pereça, mas tenha a vida eterna” (João 3:16).

Como Deus é maravilhoso! Ele nos ensinou o caminho em que devíamos andar, mas nós escolhemos nos desviar dele, e havia uma penalidade. Deus é justo, e não poderia deixar de aplicá-la. Mas Ele também é misericordioso, e decidiu levar sobre Si mesmo o resultado do erro que cometemos. Por causa disso, podemos ter conforto, na certeza de que há esperança para nós.

“Porque, se nós, quando inimigos, fomos reconciliados com Deus mediante a morte do seu Filho, muito mais, estando já reconciliados, seremos salvos pela sua vida; e não apenas isto, mas também nos gloriamos em Deus por nosso Senhor Jesus Cristo, por intermédio de quem recebemos, agora, a reconciliação.” (Romanos 5:10 e 11).

Louvemos a Deus, pois Seu amor por nós dura para sempre!

“Graças a Deus, que nos dá a vitória por intermédio de nosso Senhor Jesus Cristo.” – I Coríntios 15:57

Pra matar a saudade…

Ei, você lembra do musical “Pirlimpimpim”, da Globo? Ah, então você, como eu, foi uma criança privilegiada: viveu a última infância boa! Aquela dos anos 80…

Pois é, e hoje, fuçando no YouTube, achei essa relíquia! A música “Lindo balão azul”, retirada desse musical, com canções tocadas no “Sítio do Picapau Amarelo” (nossa, tamos velhos, hein? hehehe…). Vejam aí e morram de saudades! 🙂

A arte de complicar…

Hoje, conversando com meu esposo, debatemos (no bom sentido, claro, hehehe) sobre como nós, seres humanos, somos ótimos em complicar coisas simples. Como o namoro, por exemplo.

Eu explico: existem pessoas que complicam o namoro como se ele fosse um casamento! Não que o casamento seja ruim, mas é complexo, de fato. Profundo, requer muita conversa, muita maturidade, é pra sempre, é coisa séria. Já o namoro não! Não digo que devemos namorar levianamente, o namoro cristão deve ter em vista o casamento (por isso não é bom namorar antes dos 18, pelo menos, mas isso é outra história hehehe), mas não deve necessariamente terminar em um. Ora, se até o noivado pode ser cancelado! Recordo-me agora de um texto da escritora americana Ellen White: “Mesmo que tenham chegado a um noivado sem pleno conhecimento do caráter da pessoa com quem pretendem unir-se, não pensem que o noivado constitua positiva necessidade de que pronunciem o voto matrimonial e liguem sua vida a uma pessoa a quem não possam amar e respeitar.” (O Lar Adventista, pág. 48). Ou seja, se até um noivado pode acabar, que dirá um namoro!

Mas parece que hoje, enquanto muitos não levam o namoro a sério, outros vão para o outro extremo: têm medo de entrar num namoro, como se jamais pudessem sair dele, como se fosse um casamento. É como se dissessem: “Eu não posso namorar com ele(a), porque se eu perceber que não tá dando certo, não tem como sair disso!”. Já ouvi muitas histórias. Em todas, o mesmo medo de relacionar-se. Primeiro, acham que precisam ter certeza de que gostam da pessoa o suficiente pra namorarem com ela.

Isso, para mim, parece um tanto esquisito. Ora, se o objetivo do namoro é exatamente saber se aquela pessoa que você acabou de conhecer, ou de quem já é amigo(a) há algum tempo, combina, se pode-se partir para algo mais sério! Não entendo mesmo o pensamento de algumas pessoas…

Claro, ninguém é obrigado a gostar de ninguém. Creio que falei sobre isso no post sobre amor não correspondido. Mas sempre é bom lembrar. Não se pode obrigar alguém a gostar de você, do mesmo modo que você não pode se obrigar a gostar de quem quer que seja, assim como nem seus pais ou amigos podem obrigar você a ficar com alguém de quem não goste. Isso tudo parece muito óbvio, mas é sempre bom relembrar. Porque essa é uma das formas de complicar os relacionamentos, achando que você tem que gostar de alguém à força.

Bem, mas vamos dizer que esse não seja o seu caso. Ótimo! Isso quer dizer que você não vê como impossível um relacionamento entre você e a outra pessoa. Por que não namorar? Tentar pra ver se vai dar certo? Dar uma chance a si mesmo(a) e à outra pessoa? “Ah, não, eu tenho que ver se vai surgir algum sentimento, se isso tem chance de dar certo!” Como você vai saber? De longe, analisando a situação ‘friamente’, ou partindo pra um namoro, convivendo mais de perto com aquela pessoa, vendo como ela é, do que gosta…? Claro, pode ser que não dê pra continuar, tudo bem, isso é a coisa mais normal do mundo, namoros começam e terminam todos os dias! Mas você vai sair fortalecido, com a certeza de que tentou, que deu uma chance a si mesmo.

Só que aí, alguem pode estar pensando: “Ah, mas e se não der certo? A nossa amizade vai mudar, e eu não quero isso!” Sinto muito, mas a verdade é que a amizade já mudou faz tempo, independente da sua vontade, desde o momento em que a outra pessoa começou a se interessar por você. E aí, só três coisas podem acontecer: ou vocês namoram, e dá certo, e aquela pessoa se torna sua melhor amiga, ou ela cansa de esperar a sua decisão, e parte pra outra, começa a namorar com outra pessoa e se torna a melhor amiga dela (porque, normalmente, se os namorados já não eram os melhores amigos antes, acabam se tornando à medida que o namoro vai progredindo), ou então vocês começam a namorar e não dá certo, mas vocês podem (e devem!) continuar amigos como antes, ou até mais!

De qualquer forma, tudo muda a partir do momento que alguém começa a gostar de você. Mas a decisão é sua: deixa de aproveitar a oportunidade e, depois, descobre que a pessoa cansou de esperar e partiu pra outra (o que pode gerar ciúmes em você, porque muitas vezes só “acordamos” depois de vermos o que perdemos), ou dá uma chance a si mesmo e ao outro, e inicia, quem sabe, a aventura de toda uma vida! Eu disse sim “na lata”, e não me arrependo!

Tudo, nesta vida, começa com uma escolha. Qual será a sua?

“Descendente de Nordestino”

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Sinto muito em lhe informar…

…mas essas são mulheres que ficaram esperando o “homem perfeito”!

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